Vaza, minhoco

Foto: Pixabay/CCCecilia e uma amiga de escola chegaram cantando a música da minhoca. Aqui em casa já havia uma música da minhoca com direito, inclusive, a minhoquinhas desenhadas nos dedinhos: é a das ginastiquinhas. Cecilia adora e eu tenho de contar muitas vezes muitas minhocas.

Mas agora havia uma nova música no repertório:

Minhoca, minhoca
Me dá uama beijoca
Não dou, não dou
Então eu vou roubar

Minho, minhoco
Você é mesmo louco
Beijou do lado errado
A boca é do outro lado

Oras, aqui não. Sei que pareço – sou – uma chata de galochas (vermelhas, plis), mas algumas coisas não dá pra deixar passar, como essa: a naturalização, no cancioneiro infantil, de que beijo roubado pode.

E foi assim que, aqui em casa, o minhoco não foi mandado àquele lugar (ainda), mas aprendeu uma lição:

Minhoca, minhoca
Me dá uama beijoca
Não dou, não dou
E não pode roubar

Não é não. Desde os dois anos.

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