O estranho caso da lista de material escolar

Foto: Pixabay/CC

No ano passado Cecilia mudou de escola duas vezes (uma em cada estado). Um dos resultados? Duas listas de material escolar, dois rins a menos na família.

Na primeira escola o sistema foi moderno: você paga uma taxa e eles providenciam o material (vai saber o que compram com seu rico dinheirinho…).

Na segunda, recebemos, à moda antiga, uma lista de material, com itens imprescindíveis ao alto rendimento escolar da criança do Maternal I. Gizão de cera, massa de modelar, papel crepom, cartolina, papel cartão (como tem papel, né?), cola colorida, para meninas boneca, para meninos carrinho.

OPA.

Como é? Ouvi direito? Li certo? Os óculos estão com grau errado? É isso mesmo, produção? Quer dizer então que tem brinquedo pra meninas levarem pra escola e outro pra meninos? Hum.

Obviamente nem nos incomodamos em comprar este item do material.

Mas também não reclamamos com a escola pelo óbvio sexismo. Erro nosso. Brinquedo não tem gênero. Tem criança disposta a brincar.

Tá fácil não. Pras feministas mães, então…

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